‘Para eleitora evangélica, economia se conecta à moral’

Pesquisadora Jacqueline Teixeira fala ao ‘Nexo’ sobre os anseios das mulheres que seguem religiões pentecostais e neopentecostais e os motivos de não abandonarem Bolsonaro como opção em 2022

    Uma população que desconfia do papel do Estado, que preza por políticas públicas na área de saúde e que conecta a economia com a moral por medo de ver seu núcleo familiar sofrer com uma situação de vulnerabilidade. Esse é, em resumo, o perfil da eleitora evangélica no Brasil de 2022, segundo a professora Jaqueline Teixeira, pesquisadora que se dedica a entender esse público.

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