‘Num Estado racista, a grande obra do homem negro é se manter vivo’

Novo romance de Jeferson Tenório, ‘O avesso da pele’, restitui identidade e afetos de personagem assassinado pela polícia

    Quando o Estado tira a vida de um professor, de um pai, de um homem negro, o que resta dessa figura? O que ela era antes de ser reduzida ao evento trágico de sua morte?

    A reconstrução dos afetos e da memória do pai, morto em uma abordagem policial, é a tarefa assumida por Pedro, narrador de “O avesso da pele”, romance de Jeferson Tenório lançado em agosto pela Companhia das Letras.

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