‘Não há recuperação econômica sem resolver o contágio do vírus’

Ao ‘Nexo’, a economista Laura Carvalho fala sobre as políticas do governo federal para a economia na crise e as perspectivas para o Brasil no pós-pandemia

    O Banco Mundial atualizou na segunda-feira (8) suas projeções de queda para a economia brasileira. Segundo a entidade internacional, a previsão é de que o PIB (Produto Interno Bruto) recue 8% em 2020. Já o relatório Focus do Banco Central, que reúne expectativas de diversos agentes da economia brasileira, prevê que a queda no ano será de 6,5%, levando em conta o cenário no início de junho. Seja por uma retração de 6,5% ou 8%, a expectativa é de que o PIB brasileiro – que mede todos os bens e serviços produzidos no país em um determinado ano – tenha seu pior desempenho anual da história.

    A perspectiva de um tombo histórico da economia brasileira em 2020 é praticamente um consenso entre economistas na pandemia do novo coronavírus. No primeiro momento da crise, houve também consonância majoritária em relação à necessidade de atuação ágil do Estado para atenuar os efeitos do vírus sobre a saúde e a economia. Os meios de ação para isso, no entanto, ainda são fonte de constantes debates entre economistas: há uma pluralidade de visões a respeito da amplitude das medidas e das origens dos recursos usados no combate aos efeitos da crise sanitária.

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