Como age o extremismo de direita no Brasil, segundo esta pesquisadora

A antropóloga Isabela Kalil estuda como se comportam os apoiadores mais radicais do presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista ao ‘Nexo’, ela fala sobre a influência desse grupo no debate político

 

 

Após as manifestações que ficaram conhecidas como Jornadas de Junho de 2013, a antropóloga Isabela Oliveira Kalil passou a observar um grupo minoritário de pessoas que pedia a volta da ditadura militar no Brasil. Os protestos começaram contra o aumento das tarifas no transporte público e, em poucos dias, extrapolaram o tema e levaram milhares de pessoas às ruas, com diferentes perfis ideológicos e com pautas diversas, entre elas uma insatisfação geral com a política no Brasil. Três anos depois, nos movimentos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, Kalil viu esse grupo de extrema direita crescer e suas pautas começarem a ganhar contorno.

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