O papel do humor gráfico feminista, segundo esta pesquisadora

Tiras e charges publicadas nas décadas de 1970 e 1980 na imprensa alternativa voltada para a luta das mulheres afirmam o lugar delas na produção do humor e contrariam estereótipos

Publicadas pela imprensa alternativa, as charges e tirinhas do período da ditadura militar no Brasil (1964-1985) constituem uma faceta irreverente e bem-humorada da oposição ao regime. 

O humor gráfico de Millôr Fernandes, Henfil, Jaguar e de alguns outros cartunistas costuma ser a referência imediata no assunto.

Quase desconhecidas, porém, são as charges e tiras feministas, também críticas à situação social e política daquele momento, publicadas entre 1975 e 1988 não só no Brasil como na Bolívia, no Uruguai e na Argentina, em jornais e revistas como Mulherio, Cotidiano Mujer, Persona e La Escoba.

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