Por que estamos mais acelerados, segundo este historiador

Em entrevista ao ‘Nexo’, Rodrigo Turin comenta impactos da chamada ‘aceleração social do tempo’, que influencia o número de horas que as pessoas passam trabalhando até a vontade de não fazer absolutamente nada na internet

 

É domingo. Em tese, é um dia livre para “passar o tempo” como quiser. O tempo é um só: a métrica de contagem é igual para todos (segundos, minutos, horas, dias e assim por diante).

O que muda são as impressões sobre o tempo, que variam de acordo com uma série de fatores, como condições de trabalho, estilo de vida, gênero, idade e relações sociais. Essas percepções vêm atraindo atenções de especialistas de diferentes áreas, como sociologia, psicologia, neurociência, linguística, filosofia e design.

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