As marcas de um massacre. E o sentido de comunidade

Para Bernardo Tanis, atentados como o de Suzano podem abalar a confiança no coletivo e abrir uma brecha explorada por extremistas, provocando mais atos de violência

 

Ataques em massa como o ocorrido em duas mesquitas na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, na sexta-feira (15), ou como o ocorrido na escola estadual Raul Brasil, na cidade de Suzano, na região metropolitana de São Paulo, na quarta-feira (13), deixam marcas nos sobreviventes, nas famílias e, também, em toda a comunidade.

“Além da tristeza, também sinto muita raiva porque a comunidade tem de lidar não apenas com as consequências de curto prazo, mas de longo prazo”, disse a americana Heather Martin ao portal UOL, referindo-se a Suzano. Ela é sobrevivente do massacre de Columbine, nos EUA, em 1999.

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