Por que a música nos emociona, segundo a neurociência

Pesquisadora Patrícia Vanzella fala ao 'Nexo' sobre a importância científica e terapêutica de se entender o efeito de canções e ritmos no nosso cérebro

 

Existe uma pesquisa séria e cada vez mais aprofundada em torno de entender por que aquela música específica de 1991 provoca arrepios quando você a ouve. Ou por que somos tomados de melancolia durante uma audição de Joy Division ou de Maysa.

Estudar os efeitos da música no cérebro, segundo a pesquisadora brasileira Patrícia Vanzella, “é um pouco como estudar como o ser humano evoluiu e como ele funciona”. Segundo ela, que coordena o projeto Neurociência e Música da UFABC (Universidade Federal do ABC), a música atua como modelo bastante eficaz para a pesquisa de processos neurológicos pois “ela envolve uma série de funções mentais que a gente usa em outros domínios, como memória, atenção, planejamento motor e sincronização”.

ASSINE O NEXO PARA
CONTINUAR LENDO

Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
SEM DIFICULDADES

Já é assinante, entre aqui

Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.