Haddad: novo governo pode unir estabilidade e desigualdade

Candidato derrotado na eleição presidencial, petista vê no movimento neopentecostal uma base política e social para a agenda econômica de Bolsonaro. E defende abertura de diálogo da oposição com a população evangélica

     

    Segundo colocado da eleição presidencial de 2018, com 47 milhões de votos no segundo turno, Fernando Haddad afirma que o país poderá viver a seguinte realidade a partir de 1º de janeiro de 2019, com a posse de seu adversário nas urnas, o capitão reformado e ex-deputado federal Jair Bolsonaro, eleito com 58 milhões de votos: estabilidade social e política associada ao aumento da desigualdade.

     

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