O que acirrou a violência entre facções, segundo estes pesquisadores

O ‘Nexo’ entrevistou Bruno Paes Manso e Camila Nunes Dias, autores do livro ‘A Guerra - Ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil’

 

Desde 2016, indícios de um acirramento da tensão entre facções têm despontado na imprensa. O ano de 2017 foi marcado por uma série de disputas e rebeliões em presídios, que tiveram como ponto mais alto a morte de 56 presos no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus. Na ocasião, autoridades creditaram as mortes a uma disputa entre o PCC (Primeiro Comando da Capital) e a facção local FDN (Família do Norte).

Mais recentemente,em julho de 2018, o jornal Folha de S.Paulo reproduziu informações da Polícia Civil, segundo a qual há uma guerra aberta entre membros do PCC e outras facções, em especial o CV (Comando Vermelho). A disputa teria levado à morte de ao menos 400 pessoas a mando do PCC em um curto período de tempo.

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