O que une e o que separa a greve dos caminhoneiros dos protestos de 2013

Pesquisador da UFRGS analisa a paralisação da categoria que gerou efeitos em todo o país e mobilizou o governo Temer, receoso de que protestos ganhassem proporção equivalente às jornadas de junho

     

    Na busca por um acordo com os caminhoneiros em greve, uma preocupação para além dos efeitos da paralisação rondava o governo Michel Temer. Era o de que as manifestações aumentassem a ponto de repetir os protestos de rua ocorridos em junho de 2013.

    Aquele ano ficou marcado por manifestações em todo o país. Elas começaram em São Paulo, com estudantes insatisfeitos com a alta de R$ 0,20 na tarifa do transporte público. A repressão violenta da Polícia Militar aos protestos atraiu atenção nacional e apoio à causa dos estudantes.

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