O ‘Brasil bang bang’ da fotografia de Miguel Rio Branco

Fotógrafo e artista plástico inaugura exposição individual no Masp no dia 30 de junho. E fala nesta entrevista sobre o Brasil, sua obra e a arte contemporânea

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    Foto: Miguel Rio Branco /Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
    sem título, da série 'Maciel', de 1979
     

    Miguel Rio Branco começou como pintor. Tornou-se também fotógrafo, diretor de fotografia, produziu instalações e filmes experimentais. Filho de diplomata, nascido em 1946, viveu entre Espanha, Portugal, Brasil, Suíça e Estados Unidos quando adolescente. Estudou em Nova York e no Rio de Janeiro e expôs seu trabalho pela primeira vez em 1964, em Berna, na Suíça.

    Como fotógrafo documental, foi correspondente da icônica Agência Magnum, em Paris,  entre 1978 e 1982. Também nessa época, em 1979, produziu um dos trabalhos mais reconhecidos de sua produção: a série fotográfica “Maciel”, como se chama a parte mais antiga do bairro do Pelourinho, em Salvador, na Bahia. No centro histórico degradado, Rio Branco clicou prostitutas, famílias, transeuntes, as cicatrizes de seus corpos e casas em ruínas. 

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