‘Sem tédio não há profundidade’, diz neurocientista

Sidarta Ribeiro defende mais espaço para o pensamento, mais tempo para dormir e mais decisões amparadas pela ciência, da educação às políticas de drogas

Numa terça-feira quente de outubro, o neurocientista Sidarta Ribeiro acordou de madrugada para pegar o primeiro voo do dia. Partiu de Natal, onde vive e comanda o Instituto do Cérebro, centro de estudos ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte, para São Paulo. Teria sete horas pela frente no aeroporto de Guarulhos antes de embarcar para Colômbia, onde era aguardado para uma aula.

Foi nessa escala que Ribeiro recebeu a reportagem do Nexo. Na conversa, tratou do assunto ao qual mais se dedica, o papel dos sonhos na vida das pessoas, de uma nova área de interesse, a chamada de “educação baseada em evidências”, além de como a realidade está cada vez mais próxima da ficção científica. Para ele, caminhamos para uma vida de 300 anos.

Ribeiro se formou em ciências biológicas na Universidade de Brasília, fez mestrado em neurobiologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro, concluiu o doutorado em comportamento animal em Nova York, na Rockfeller University, e completou em 2005 o pós-doutorado também nos EUA, na Duke University. Leia o texto e veja os vídeos com os principais trechos da entrevista do neurocientista:

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