Yasmin Thayná é cineasta, diretora e fundadora da Afroflix, curadora da Flupp (Festa Literária das Periferias) e pesquisadora de audiovisual no ITS-Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro). Dirigiu, nos últimos meses, “Kbela, o filme”, uma experiência sobre ser mulher e tornar-se negra, “Batalhas”, sobre a primeira vez que teve um espetáculo de funk no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e a série Afrotranscendence. Para segui-la no Twitter: @yasmin_thayna

Para viver em estado de poesia

27/Jun 2017

No campo pessoal, dos sentimentos, sensações e aprendizados, este disco marca um momento importante na minha vida, de um amor difícil, mas que me fez ponte, como um corpo num ritual de passagem

Zezé Motta: uma mulher que abriu caminhos

12/Jun 2017

Com algumas dezenas de filmes em sua trajetória profissional, Zezé interpretou personagens que ajudam a contar algumas de nossas histórias e, com elas, nos conduzem a perceber um Brasil que desejamos ter no futuro já apontado no passado

As plantas das nossas avós

29/Mai 2017

Neste período de grandes polarizações políticas, retrocessos em diversos setores, aumento de todos os índices possíveis de desigualdades sociais, temos a responsabilidade de manter nossas plantas vivas

Uma carta para Lázaro e para nós, os cobradores

15/Mai 2017

Será que um ator ou atriz que não seja negro convive com o mesmo nível de cobrança que você? Será que nós, pessoas negras, que cobramos tanto dos nossos representantes, cobramos na mesma altura as pessoas brancas que mantêm seus privilégios?

Três filmes sobre o tempo e outros tempos

02/Mai 2017

Ver esses filmes é estar diante de um dos encontros mais poderosos do imaginário brasileiro, que é quando a Bahia encontra, no amor e nas realizações, o Rio de Janeiro

Sobre não tirar o sorriso do rosto

17/Abr 2017

Sempre me questionei sobre o fato de os filmes, mostras, monumentos na cidade, homenagens em geral feitas a pessoas de grande importância para o país e o mundo serem feitas, normalmente, apenas quando elas vêm a falecer. “Pitanga” é uma bela exceção.

Ela tinha 13 anos de idade

03/Abr 2017

Qual é a memória que os colegas de Maria Eduarda terão dessa escola quando se tornarem adultos? Como estimular possibilidades para pessoas que dormem cobertas de tiros e se formam em espaços onde voltar para casa com vida não é mais uma certeza?

Você tem um minutinho para ouvir a palavra de Brown?

20/Mar 2017

É verdade que, de tempos em tempos, as obras de arte nos ajudam a recalcular certas rotas do cotidiano, ampliam as nossas realidades, dão plasticidade ao tempo político que se vive, ou viveu

Brasileiro só quer saber de festa

06/Mar 2017

Para quem é negro neste país, fazer festa é resistir a toda violência posta no cotidiano, descarregar toda a dor

No debate sobre apropriação cultural, turbante e permissões, eu preferi ouvir

20/Fev 2017

Teve de tudo nessa discussão. Inclusive muita cagação de regra. É nessas horas que a gente vê o quanto de ‘historiador’ de Facebook surge para passar vergonha

As bruxonas do cinema negro que você respeita

06/Fev 2017

Fica ainda mais explícito o quanto o racismo nos mata de diversas maneiras, no tiro, na depressão, em ignorar a nossa produção, os nossos nomes, a nossa existência, até mesmo quando temos uma dimensão histórica no país

Eloisa quer saber como faz para ser uma mulher negra forte sem precisar ser o tempo todo

23/Jan 2017

Toda imagem criada sobre nós, mulheres negras, são imagens de super heroínas que, de fato, nossas ancestrais foram

Em dezembro encontrei Vera, Maeve e Anna

09/Jan 2017

O que todas nós tínhamos em comum: nos construímos socialmente como mulheres e trabalhamos num campo majoritariamente masculino e machista

O samba e o seu poder de regeneração

26/Dez 2016

É claro que final de ano, parece que algo bate na gente: há uma tendência pela positividade, uma crença coletiva de que o ano que vem vai ser melhor, que as coisas vão melhorar

Uma sala para a gente dançar

12/Dez 2016

Os desejos eram sobre dormir em paz, que o som violento ouvido diariamente por eles e elas se transformasse em festa, funk, suor, prazer

A Cidade de Deus e de Cesar

28/Nov 2016

Você ia mesmo amar esse braço que te leva para a delegacia, mesmo sem ter visto você fazendo nada, e alega que você é um suposto traficante?

Sobre deixar transcender o que se é para ser

11/Nov 2016

Tenha um norte, todos nós temos de saber para onde queremos ir. Se não sabemos, viramos coisas

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