Reinaldo Moraes estreou na literatura em 1981 com o romance Tanto Faz (ed. Brasiliense) Em 1985 publicou o romance Abacaxi (ed. L&PM). Depois de 17 anos sem publicar nada, voltou em 2003 com o romance de aventuras Órbita dos caracóis (Companhia das Letras). Seguiram-se: Estrangeiros em casa (narrativa de viagem pela cidade de São Paulo, National Geographic Abril, 2004, com fotos de Roberto Linsker); Umidade (contos , Companhia das Letras, 2005), Barata! (novela infantil , Companhia das Letras, 2007) , Pornopopéia (romance , Objetiva, 2009) e O Cheirinho do amor (crônicas, Alfaguara, 2014). É também tradutor e roteirista de cinema e TV.

  • Vida animal: fatos e histórias

    O ser humano é um dos raros mamíferos que pratica a monogamia; mas e se nossa disposição fosse outra?

  • 500 anos de ‘Utopia’

    A narrativa que Thomas More publicou em 1516 tem uma moldura ficcional sem grande importância que serve apenas de pretexto para a exposição das ideias e ideais de teor igualitário de seu autor

  • Eu é um outro

    Confesso que gostei desse ‘Rei’, talvez devido às tendências absolutistas do meu psiquismo profundo. Foi um alívio quando o Rei assumiu o poder, destronando o incômodo Reinaldo e o excessivamente infantil Reinaldinho

  • Agora é que são...elas? Ou eles?

    Civilização é você poder dar umas bandas à vontade pelo wild side da sua cidade, usando e abusando da sua libido como bem entender

  • Carnaval no toalete

    Vanusa e Alaíde conversam no banheiro feminino de um bar chique de descolados bem de vida a meia quadra da Paulista

  • Evoluindo no bistrô

    Não sei o que a dra. Leleca, paleontóloga de bistrô, vai responder, mas logo me vêm à cabeça tipos como Trump e Bolsonaro, provas vivas de que a seleção natural ainda tem muito chão pela frente

  • Jesus, alegria dos homens. (Mas, e as mulheres?)

    O convívio com uma mulher dentro do casamento pode não ser um passeio no parque para o homem, como sugere Joyce. Mas é ele que identifica no próprio homem a possível raiz desse mal-estar conjugal: a inabilidade masculina de harmonizar os elementos masculinos e femininos dentro de seu psiquismo

  • Boys’ night

    É sempre muito bem-vinda qualquer chance de respirar um pouco fora do aluvião de contas a pagar e das incertezas financeiras acerca do famoso dia de amanhã, em meio a uma fila de projetos em eterno stand-by

  • Depois da tempestade

    Me ocorre agora que o meu infortúnio idiota é uma metáfora natural do que ocorre hoje no Brasil, pra não dizer no mundo

  • Neuroanatomia da mentira e da rapina

    A Dra. Sharot apenas comprovou o que mais ou menos todo mundo já sabia de forma intuitiva: trair, mentir, roubar e coçar, é só questão de começar

  • Bob Dylan, PhD

    Fico só imaginando o Dylan em casa, na sexta próxima, ou, quem sabe, num palco fazendo o que sabe fazer de melhor, enquanto Patti Smith está lá, sob 20 graus negativos, numa Estocolmo forrada de neve, recebendo seu prêmio

  • Um óvni ao cair da noite

    Alguém falou em óvni. Outro, mais americanizado, tinha certeza que se tratava de um ufo. Todo mundo na rua parou pra ver aquilo. Motoristas brecavam seus carros e punham a cabeça pra fora da janela

  • Tonho nas nuvens

    Uma crônica sobre a história de Salvador, Gregório, Vieira e um grande escritor, Tonho

  • Etiqueta amorosa

    Algumas questões sobre relacionamentos, primeiros encontros e o sentimento entre insegurança e excitação

  • O nariz presidenciável

    Era mesmo aquele nariz fibrilante debaixo do topete em cascata o que mais chamou a atenção do democrata e de toda uma legião de internautas que se dedicam a desconstruir o embusteiro Donald Trump

  • Hamlet na varanda

    Pra iniciar essa viagem de volta no tempo com o intuito de encontrar minhas almas anteriores, formulei a singela questão: quem era eu e o que estava fazendo há 15 minutos?

  • São Paulo continua de pé

    Uma crônica sobre a cidade, o vapor metálico, a galeria Metrópole, a Síria e outras coisas mais

  • Eu e você

    De certo, sei apenas que você está aí, olhando pra essa tela iluminada com olhos de ver, como redundou o poeta