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Lilia Schwarcz é professora da USP e global scholar em Princeton. É autora, entre outros, de “O espetáculo das raças", “As barbas do imperador", “Brasil: uma biografia”, "Lima Barreto, triste visionário" e "Dicionário da escravidão e liberdade", com Flavio Gomes. Foi curadora de uma série de exposições dentre as quais: “Um olhar sobre o Brasil”, “Histórias Mestiças”, “Histórias da sexualidade” e “Histórias afro-atlânticas". Atualmente é curadora adjunta do Masp.

  • Ninguém é imune para sempre

    Faz parte de um certo beabá dos governos autoritários inventar complôs e viver a partir deles. A história brasileira tem alguns exemplos disso

  • O beabá do populismo

    A política populista moderna prioriza forma sobre conteúdo, anima a divisão e o ódio e manipula símbolos nacionais como se fossem propriedade pessoal

  • Fique de olho nos governos fantoches

    Na história, tão recorrentes quanto os governantes escolhidos para atenderem aos interesses de quem os colocou no poder são os casos daqueles que se insubordinam e se mostram incontroláveis

  • A República de Weimar foi ontem e é hoje

    As semelhanças do período histórico alemão com os tempos atuais funcionam como lembrete dos conflitos e contradições que podem colocar em perigo a estabilidade da democracia

  • No Brasil ninguém é republico

    Mesmo considerando que o vazamento das conversas de agentes da Lava Jato foi logrado de maneira ilegal, o que está em questão é a própria parcialidade do então juiz Sergio Moro e seu uso da máquina do Estado

  • A filosofia do ruim e do pior

    Longe da máxima que define a política como a arte de produzir consensos, Bolsonaro acredita ter mandato sobre a voz dos brasileiros

  • Intolerância é o nosso nome

    A intolerância não nasce do dia para a noite. Ela encontra raízes no nosso passado, a despeito de por muito tempo continuarmos a negar nossa animosidade

  • Vamos falar de narrativas históricas

    Os governos de raiz autoritária que costumam ser os mais ‘afiados’ na hora de inventar novos sentidos para o passado, contrariando documentos e evidências

  • Eu sou porque nós somos. Marielle nunca esteve tão viva

    É certo que ela não precisava morrer para que o Brasil aprendesse de vez como a violência é epidêmica por aqui. Mas o legado mais forte que ela nos deixou foi seu exemplo de ousar imaginar um Brasil diferente, mais inclusivo e plural