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Giovana Xavier é professora da Faculdade de Educação da UFRJ. Formada em história, tem mestrado, doutorado e pós-doutorado, por UFRJ, UFF, Unicamp e New York University. É idealizadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Intelectuais Negras. Em 2017, organizou o catálogo “Intelectuais Negras Visíveis”, que elenca 181 profissionais mulheres negras de diversas áreas em todo o Brasil.

  • ‘A mulher negra que vi de perto’: #flip2019

    O que acontece quando em vez de ‘o tempo em que catava papel’, ‘que era empregada doméstica’ ou ‘que trabalhava na infância para ajudar a família’, a nossa autonarrativa assume novos pontos de partida?

  • Lugar da cabeça é na cabeça

    Uma reflexão sobre a poeta Stela do Patrocínio e o trabalho intelectual de mulheres negras no Brasil de 2019

  • ‘Conte a verdade’: #beyoncé

    A escrita de mulheres negras na primeira pessoa em jornais, universidades, nas artes revela o potencial que nossas personalidades possuem de transformar. Gerar curiosidade, persuadir, fazer florescer o que já existe.

  • #ElaQuerTudo: por que não?

    A narrativa de uma mulher negra na primeira pessoa ainda é coisa rara. Série do diretor Spike Lee revela a potência desse tipo de história, que precisa ecoar mais no Brasil

  • Pode o homem branco não falar?

    Uma reflexão sobre o processo de aprendizado do lugar de fala na cultura acadêmica – no Brasil e no mundo

  • O machado, o 13 de maio e as bolsas de pesquisa

    Os cortes na educação são absurdos. Ao mesmo tempo, a maneira como nós, comunidade acadêmica, lidamos com as oportunidades de democratizar o conhecimento científico são muito limitadas

  • #80tiros. E os nossos projéteis de futuro

    A pergunta foi feita de forma provocadora. O que, para além de manifestar nossa indignação em relação à arbitrariedade e violência do Estado, nós somos capazes de fazer?

  • 'Amor e luta': um encontro com Angela Davis

    Sobre o dia em que conheci, em pessoa, uma das primeiras escritoras feministas que a biblioteca da Unicamp emprestou-me para levar para casa com um carimbo de 15 dias

  • “Faça a coisa certa”

    Como trajetórias individuais podem contribuir para causas coletivas? Spike Lee e sua obra “Infiltrado na Klan” me deixaram feliz e fizeram pensar sobre os desafios de se fazer a coisa certa

  • Às vezes uma mulher precisa mais da prancha

    Esse poder passa por se apropriar das identidades de ‘única’ e ‘excepcional’ não como fardo ou martírio, mas como uma posição estratégica que oportuniza falar das experiências distintas de mulheres negras

  • Mulheres negras: cheirinho de sucesso

    Podemos e devemos nos permitir celebrar nossas vitórias. Todas elas são sonhos vividos por pessoas que não puderam realizá-los, mas dedicaram-se a mantê-los vivos e acesos para nós