Coluna

Por que a ideia do cientista recluso é uma lenda

    O trabalho em grupo, reunindo formações e pensamentos diferentes, é essencial para produzir ciência de qualidade

    Em filmes e séries, cientistas são quase sempre retratados como homens de meia idade um tanto desgrenhados, trabalhando sozinhos em laboratórios lúgubres. As más línguas diriam até que as recomendações de isolamento em virtude da pandemia seriam fruto da tendência reclusa que cientistas já possuem por natureza. Mas, na realidade, essa visão da ficção não reflete em nada a nossa realidade de trabalho.

    Alicia Kowaltowski é médica formada pela Unicamp, com doutorado em ciências médicas. Atua como cientista na área de Metabolismo Energético. É professora titular do Departamento de Bioquímica, Instituto de Química da USP, membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. É autora de mais de 150 artigos científicos especializados, além do livro de divulgação Científica “O que é Metabolismo: como nossos corpos transformam o que comemos no que somos”. Escreve quinzenalmente às quintas-feiras.

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