Coluna

Desigualdades globais e os desafios de 2021 na retomada da economia

    O controle do ritmo de contágio pelo novo coronavírus e a celeridade na aplicação das vacinas serão fundamentais para ditar a recuperação econômica no próximo ano

    As expectativas de mercado reunidas no último Boletim Focus do Banco Central giram em torno de uma queda do PIB (Produto Interno Bruto) de 4,4% em 2020 – um tombo alto, mas bem menor do que os 6,5% previstos no meio do ano. Se comparada às projeções realizadas pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) no World Economic Outlook publicado em outubro, uma queda de 4,4% colocaria 105 países (de um total de 176) em posição pior do que o Brasil. O que explica esse resultado acima da média apesar de nossa total incapacidade de controlar a crise sanitária causada pela pandemia? Podemos, com isso, ter expectativas melhores para o ritmo de recuperação da economia brasileira em 2021?

    Laura Carvalho é doutora em economia pela New School for Social Research, professora da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo e autora de “Valsa brasileira: Do boom ao caos econômico” (Todavia). Escreve quinzenalmente às sextas-feiras.

    Os artigos publicados pelos colunistas são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam as ideias ou opiniões do Nexo.

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.

    Conteúdo exclusivo para assinantes

    Gosta do nosso jornalismo?

    Somos um jornal independente, por assinatura, e sem publicidade, financiado por vocês, nossos leitores. Jornalismo de qualidade no qual você pode confiar.

    • → O essencial para estar bem informado todos os dias
    • → Notícias de forma clara, equilibrada e organizada
    • → Newsletters exclusivas
    • → Acesso a nossos gráficos e especiais

    Esteja conectado com o melhor da informação.
    Torne-se um assinante. Junte-se ao Nexo!