Coluna

As relações estreitas entre criacionismo, escravidão e racismo

    Teorias sobre a origem do ser humano sempre foram usadas para justificar projetos públicos marcados pela segregação e a desigualdade

    Como 2 de fevereiro é dia de Yemanjá, devo falar do poder da criação.

    Luciana Brito é historiadora, especialista nos estudos sobre escravidão, abolição e relações raciais no Brasil e EUA e é professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. É autora do livro “Temores da África: segurança, legislação e população africana na Bahia oitocentista”, além de vários artigos. Luciana mora em Salvador com sua família, tem os pés no Recôncavo baiano, mas sua cabeça está no mundo. Escreve quinzenalmente às terças-feiras.

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