Coluna

Uma questão de ciência: devemos temer os radicais livres?

    Eles estão em toda parte e têm um modo de operação muito particular. Sem eles, não existiríamos da forma como existimos

    Aconteceu há poucos dias nos EUA o congresso da maior sociedade mundial voltada para o entendimento de radicais livres. Apesar do nome, não se trata de um movimento político, e sim de uma sociedade científica, em que se estuda o papel na biologia e na medicina de um grupo de moléculas conhecidas como radicais livres. Cerca de 400 cientistas se reuniram para apresentar e discutir seus últimos achados científicos na área.

    Alicia Kowaltowski é médica formada pela Unicamp, com doutorado em ciências médicas. Atua como cientista na área de Metabolismo Energético. É professora titular do Departamento de Bioquímica, Instituto de Química da USP, membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. É autora de mais de 150 artigos científicos especializados, além do livro de divulgação Científica “O que é Metabolismo: como nossos corpos transformam o que comemos no que somos”. Escreve quinzenalmente às quintas-feiras.

    Os artigos publicados pelos colunistas são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam as ideias ou opiniões do Nexo.

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.

    Já é assinante?

    Entre aqui

    Exclusivo para assinantes

    Tenha acesso a todo o nosso conteúdo, incluindo expressos, gráficos, colunistas, especiais, além de newsletters exclusivas com curadoria da redação. Apoie o jornalismo independente brasileiro de qualidade.
    Assine o Nexo.