Coluna

Por que protestamos pela educação?

    Mobilização contra cortes de recursos para universidades é maior do que movimento por melhores escolas na educação básica

    Os protestos que aconteceram nesta quarta-feira (15) pelo Brasil afora são uma novidade na vida política nacional. Não porque protestos sejam uma novidade. Durante a ditadura tivemos muitos, depois houve Diretas Já, impeachment de Collor, protestos de 2013 e protestos a favor e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Mas, em geral, o brasileiro não protesta pela educação.

    Claudio Ferraz é professor da Vancouver School of Economics, na University of British Columbia, Canadá, e do Departamento de Economia da PUC-Rio. Ele é diretor científico do JPAL (Poverty Action Lab) para a América Latina. É formado em economia pela Universidade da Costa Rica, tem mestrado pela Universidade de Boston, doutorado pela Universidade da Califórnia em Berkeley e foi professor visitante na Universidade de Stanford e no MIT.

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