Coluna

#ElaQuerTudo: por que não?

    A narrativa de uma mulher negra na primeira pessoa ainda é coisa rara. Série do diretor Spike Lee revela a potência desse tipo de história, que precisa ecoar mais no Brasil

    Maternidade, trabalho acadêmico, gestão do lar… O sábado cinza, antecedido por uma sexta-feira dedicada à transferência da cozinha para sala devido a uma obra emergencial, colocou-me a pensar. Após longo café da manhã entre mães, filhotes e Barbies, é hora de me despedir de Peri. Um até logo de sete dias, delimitado pela guarda compartilhada, com rodízio semanal. Cumprido o ritual de entrega ao pai, eu, dona de uma rotina milimetricamente cronometrada, vi-me em posição raríssima.

    Giovana Xavier é professora da Faculdade de Educação da UFRJ. Formada em história, tem mestrado, doutorado e pós-doutorado, por UFRJ, UFF, Unicamp e New York University. É idealizadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Intelectuais Negras. Em 2017, organizou o catálogo “Intelectuais Negras Visíveis”, que elenca 181 profissionais mulheres negras de diversas áreas em todo o Brasil.

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