Coluna

As laranjas e a efetividade das cotas para candidatas mulheres

    Igualdade de gênero na representação política no Brasil ainda está longe do ideal. Reformas e metas mais ambiciosas são necessárias

    O Brasil elegeu 77 mulheres para a Câmara de Deputados na eleições de 2018. O avanço de 10 % para 15 % de mulheres deputadas é bem-vindo, mas ainda deixa o Brasil numa posição vergonhosa. No último ranking mundial de representatividade feminina Women in Parliaments, o Brasil está na 132ª posição, perto de Jordânia, Uzbequistão, Butão e Egito. Mesmo em outros países latino-americanos, como  Argentina, Costa Rica e México, as mulheres representam pelo menos 40% do parlamento. Como esses países chegaram lá?

    Claudio Ferraz é professor da Vancouver School of Economics, na University of British Columbia, Canadá, e do Departamento de Economia da PUC-Rio. Ele é diretor científico do JPAL (Poverty Action Lab) para a América Latina. É formado em economia pela Universidade da Costa Rica, tem mestrado pela Universidade de Boston, doutorado pela Universidade da Califórnia em Berkeley e foi professor visitante na Universidade de Stanford e no MIT.

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