Coluna

‘A mulher negra que vi de perto’: #flip2019

    O que acontece quando em vez de ‘o tempo em que catava papel’, ‘que era empregada doméstica’ ou ‘que trabalhava na infância para ajudar a família’, a nossa autonarrativa assume novos pontos de partida?

    É como se chama um lindo trabalho etnográfico da professora Nilma Lino Gomes. Doutora em antropologia, Nilma, entre outras realizações, foi representante do Conselho Nacional de Educação, ministra da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial. Foi reitora da Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira) e é professora na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde se dedica ao trabalho com ensino, pesquisa e extensão. Seu mais novo livro, “O Movimento Negro Educador”, é leitura importante para quem quiser aprender sobre história do Brasil.

    Giovana Xavier é professora da Faculdade de Educação da UFRJ. Formada em história, tem mestrado, doutorado e pós-doutorado, por UFRJ, UFF, Unicamp e New York University. É idealizadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Intelectuais Negras. Em 2017, organizou o catálogo “Intelectuais Negras Visíveis”, que elenca 181 profissionais mulheres negras de diversas áreas em todo o Brasil.

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