Coluna

Às vezes uma mulher precisa mais da prancha

    Esse poder passa por se apropriar das identidades de ‘única’ e ‘excepcional’ não como fardo ou martírio, mas como uma posição estratégica que oportuniza falar das experiências distintas de mulheres negras

    Iniciada a temporada de férias acadêmicas, o mergulho no mundo do surf permanece. Uma das coisas que mais fascina nesse esporte é a cultura de incentivo aos grupos e viagens. Da junção desses estímulos, surgem movimentos inspiradores. É este o caso das “barcas”: viagens em grupo, organizadas por surfistas profissionais, com o objetivo de buscar as melhores ondas em picos de todo o mundo. Para além do intuito mais direto, esse formato tem sido apropriado para visibilizar pautas importantes — entre elas a afirmação das mulheres no esporte.

    Giovana Xavier é professora da Faculdade de Educação da UFRJ. Formada em história, tem mestrado, doutorado e pós-doutorado, por UFRJ, UFF, Unicamp e New York University. É idealizadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Intelectuais Negras. Em 2017, organizou o catálogo “Intelectuais Negras Visíveis”, que elenca 181 profissionais mulheres negras de diversas áreas em todo o Brasil.

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