Coluna

Do que falamos quando falamos em gestão escolar?

    Diversos estudos feitos nos Estados Unidos mostram que é possível melhorar os níveis de aprendizagem com mudanças práticas no cotidiano das escolas

    Em 2018 19 mil estudantes brasileiros na faixa etária dos 15 anos farão provas do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), avaliação feita em vários países e coordenada pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Os resultados servirão de insumo para uma comparação internacional sobre aprendizagem nas áreas de leitura, matemática e ciências. O Brasil participa do PISA desde 2000 e o retrato que aparece nos últimos 15 anos não é bom. O desempenho dos alunos brasileiros é ruim, e está muito abaixo da média dos alunos em países da OCDE em ciências, leitura e matemática. A tendência também não é boa. A nossa média em ciências e leitura se manteve estável desde 2006. Na área de matemática, houve uma melhoria significativa entre 2003 a 2015, mas o desempenho continua muito ruim.

    Claudio Ferraz é professor da Vancouver School of Economics, na University of British Columbia, Canadá, e do Departamento de Economia da PUC-Rio. Ele é diretor científico do JPAL (Poverty Action Lab) para a América Latina. É formado em economia pela Universidade da Costa Rica, tem mestrado pela Universidade de Boston, doutorado pela Universidade da Califórnia em Berkeley e foi professor visitante na Universidade de Stanford e no MIT.

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