Coluna

Livro ou memória? Com quantas aspas se faz uma representação

    Pretendo refletir a partir da indignação e tratar de qualificar a ‘gafe’. Longe de ser um ato isolado, o que se destaca é como, também nesse caso, a exceção só confirma a regra

    Existem determinadas situações em que o que poderia ser um encontro resulta num imenso desencontro. Foi exatamente isso que ocorreu quando a Academia Carioca de Letras resolveu homenagear a autora do livro “Quarto de despejo” (1960) em 17 abril deste ano em um evento no Rio de Janeiro.

    Lilia Schwarcz é professora da USP e global scholar em Princeton. É autora, entre outros, de “O espetáculo das raças”, “As barbas do imperador”, “Brasil: uma biografia”, "Lima Barreto, triste visionário”, “Dicionário da escravidão e liberdade”, com Flavio Gomes, e “Sobre o autoritarismo brasileiro”. Foi curadora de uma série de exposições dentre as quais: “Um olhar sobre o Brasil”, “Histórias Mestiças”, “Histórias da sexualidade” e “Histórias afro-atlânticas". Atualmente é curadora adjunta do Masp para histórias.

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