Coluna

Ele nos ensina a ter alma no olho

    A obra de Zózimo Bulbul é uma bússola para o nosso fazer cinematográfico

    Antes de começar a escrever esse texto, coloquei Kulu Sé Mama para tocar, aquele disco do John Coltrane. Aconselho que você o escute. Lendo este texto ou indo trabalhar dentro de um transporte público apertado. Você pode ter uma viagem inesquecível. Pode até ver o que o cotidiano, às vezes, esconde de nós.

     

    Coloquei o disco para escrever esta coluna porque foi ele quem apresentou a obra de arte mais visceral e que me protege até hoje: o filme “Alma no olho”, de Zózimo Bulbul. Outra dica: seja você quem for, se dê a chance de assistir a esse filme. A única coisa que é necessária para vê-lo do jeito mais fiel é ter um coração aberto.

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Yasmin Thayná é cineasta, diretora e fundadora da Afroflix, curadora da Flupp (Festa Literária das Periferias) e pesquisadora de audiovisual no ITS-Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro). Dirigiu, nos últimos meses, “Kbela, o filme”, uma experiência sobre ser mulher e tornar-se negra, “Batalhas”, sobre a primeira vez que teve um espetáculo de funk no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e a série Afrotranscendence. Para segui-la no Twitter: @yasmin_thayna

    Os artigos publicados pelos colunistas são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam as ideias ou opiniões do Nexo.

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.