Coluna

Bob Dylan, PhD

    Fico só imaginando o Dylan em casa, na sexta próxima, ou, quem sabe, num palco fazendo o que sabe fazer de melhor, enquanto Patti Smith está lá, sob 20 graus negativos, numa Estocolmo forrada de neve, recebendo seu prêmio

    Grande Patriarca da Rebelião, Alto Sacerdote do Protesto, Imperador dos Dissidentes, Duque da Desobediência, Kaiser da Apostasia, Arcebispo da Anarquia, Porta-Voz da Contracultura.

    Reinaldo Moraes estreou na literatura em 1981 com o romance Tanto Faz (ed. Brasiliense) Em 1985 publicou o romance Abacaxi (ed. L&PM). Depois de 17 anos sem publicar nada, voltou em 2003 com o romance de aventuras Órbita dos caracóis (Companhia das Letras). Seguiram-se: Estrangeiros em casa (narrativa de viagem pela cidade de São Paulo, National Geographic Abril, 2004, com fotos de Roberto Linsker); Umidade (contos , Companhia das Letras, 2005), Barata! (novela infantil , Companhia das Letras, 2007) , Pornopopéia (romance , Objetiva, 2009) e O Cheirinho do amor (crônicas, Alfaguara, 2014). É também tradutor e roteirista de cinema e TV.

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