resumo 24 Fev 2017

O escolhido de Temer para o Ministério da Justiça. As suas relações com Eduardo Cunha. O indicado do PSDB para o Itamaraty. O relato de José Yunes sobre Eliseu Padilha. A visita de secretários dos EUA ao México. E outras coisas mais.

entenda o que está em jogo agora

O novo ministro da Justiça

Depois de indefinição e até convite recusado, Michel Temer anunciou ontem o nome do novo ministro da Justiça, que substituirá Alexandre de Moraes, mais novo integrante do Supremo. Trata-se de Osmar Serraglio, deputado do PMDB paranaense. / el país

As relações de Serraglio

Serraglio ganhou notoriedade ao ser relator da CPI dos Correios, que investigou o mensalão durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. O peemedebista foi aliado de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara acusado pela Lava Jato de receber propinas. / poder360

A promessa de gestão

O novo titular da Justiça, ministério responsável pela Polícia Federal, disse ter se comprometido com o presidente da República a manter distância da Lava Jato, a maior operação contra a corrupção já realizada no país. / folha

O descontentamento da base

A escolha de Serraglio causou problemas na base de apoio de Temer. Vice-presidente da Câmara e coordenador da bancada de Minas, o peemedebista Fábio Ramalho anunciou o rompimento com o governo. / estadão

O cotado para o Itamaraty

Com a saída de José Serra do Ministério de Relações Exteriores, o PSDB indicou o também senador Aloysio Nunes Ferreira para o cargo. Até o momento, Temer não fez qualquer anúncio oficial a respeito do novo titular do Itamaraty. / o globo

olhe além da fronteira

Sem deportações em massa

Em visita ao México, secretários do governo dos EUA asseguraram que não haverá deportações em massa do país. No primeiro encontro entre autoridades das nações vizinhas desde a posse de Donald Trump, os americanos buscaram atenuar a tensão provocada por declarações e medidas de seu novo presidente. / o globo

Retomada no Iraque

Forças militares do Iraque iniciaram ontem uma operação para retomar o aeroporto de Mossul, um dos pontos estratégicos da cidade, ainda sob controle do Estado Islâmico. / estadão

fique atento a isto

Yunes e Padilha

José Yunes, amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer, afirmou ter atuado como “mula involuntária” de Eliseu Padilha, hoje ministro da Casa Civil, ao receber em 2014 um pacote do doleiro Lúcio Funaro, preso pela Lava Jato. Em sua delação, o ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse ter mandado entregar propina no escritório de Yunes. / estadão

Terceirização pós-carnaval

Apresentado pelo governo Fernando Henrique Cardoso ainda em 1998, o projeto que permite a terceirização do trabalho em todas as áreas de atuação de uma empresa deverá ser colocado em votação após o Carnaval, segundo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Este texto traz o debate que a medida levanta. / nexo

opinião

Perdidos entre duas utopias

“Nem o paraíso igualitário dos socialistas nem o paraíso livre dos liberais jamais existiu – e nem poderia existir, segundo os cientistas que pesquisam o comportamento humano. Ambas as teorias, por mais influentes e geniais que tenham sido, subestimaram a complexidade do mundo.” Leia na coluna de Denis Burgierman desta semana. / nexo

desacelere

História da folia

Infográfico do jornal “O Globo” mostra a evolução do carnaval carioca desde o período colonial. / o globo

inspire-se

Cartola, o poeta das rosas

O compositor considerava sua vida como um filme de mocinho, em que só vencia no fim. Transformou suas dores em poesia e foi imortalizado pelo samba. / nexo